A falta do reconhecimento da profissão de Design propicia a muitos se declararem Designers. Não estou aqui querendo dizerque o diploma qualificaria o profissionalporque existem antiprofissionais diplomados e nãodiplomados. Massão determinadas condutasque ferem o espaço de trabalho de muitosDesignerstécnicos na área.
Listarei aqui algumas condutasque atrapalham o mercado de Design:
- Descompromisso com a profissão:
Com a necessidade de ganhar e ganharsempre, nos deparamos comempresas de serviçosgráficosque oferecem o serviço de designgratuitamente aos seusclientes. Essa prática promove resultadossem aprofundamento e semestudotécnico (claro, afinal a gráficanão vende Design, e simimpressos). Sãoprodutos “bonitinhos” massemcompromisso de efetividade (não se tem qualquerestudo de público-alvo, cor e conceito, análisesemióticaou gestalt do objeto). Os contratados paraessecargonãosão formados na área e recebem salário de arte-finalistas (o que deveria sercontra a lei, afinal o salárioque se recebe paraumfim é para uma atuaçãodiferente).
O arte-finalistaque domina o software de computaçãográficapassa a se tornar “Designerquenãocobra” minando o mercadotantopara a remuneração dos verdadeiros profissionais (que se fossem contratados pelagráficanão poderiam serpagoscomsalários de arte-finalistas) quantopara o reconhecimento do verdadeiroDesignpelosempresários.
Proponho a reflexão aos empresáriosque pensam que estão saindo comvantagem ao recorrer à gráficaparatersualogomarca, seu folder institucional ousuafachada:
A Coca-cola, 3 Corações, Sucos Del Valle entre outras gigantes recorreriam ao arte-finalista da gráficaparasolucionar os conceitos de embalagens, logomarcas e outras demandas de seusprodutos?
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